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quinta-feira, janeiro 04, 2018

Resenha do filme: Direito de Amar


Após a morte trágica de seu marido, George, sem ainda não ter superado, não consegue seguir em frente. Acorda todo dia, se arruma, vai pro trabalho, se mostra alguém que ele já não era mais, e volta. O filme se passa, como se aquele fosse ser o ultimo dia da vida dele.



Ao longo do filme, o luto inacabável de George  fica bem claro, pra nós e pra todos ao seu redor. Porém ele não se abre com ninguém, exceto a sua amiga; talvez por viverem um drama parecido. Além dela, Charlotte, também há Kenny, um aluno dele, que com tanto empenho nisso, acaba tendo um pouco de sua atenção.


O filme tem uma fotografia linda, que permanece num tom um pouco frio em quase todo o filme, exceto em momentos de felicidade, quando se torna alaranjada. E além desse casamento, há também uma trilha sonora melancólica e profunda, que enaltece a sutileza e delicadeza do filme.



Com o nome super mal traduzido (pois passa uma ideia errada sobre o que será o filme, já que não condiz em quase nada com ele), sendo "A Single Man" (Um Homem Solteiro/Singular) em sua versão original, "Direito de Amar" vale muito a pena ser assistido; com tanta leveza e profundidade ao mesmo tempo, é provavelmente muito diferente dos filmes que você já assistiu e com certeza vale a pena você dar uma conferida.

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